Categoria de navegação

Opinião

Um Homem, uma Multidão e os Tiros a Sobrevoarem Nampula

Texto: Caetano Melhor Há imagens que entram para a história. Há imagens que dispensam comentários. E há imagens que exigem reflexão. Nampula assistiu, na semana passada, a uma das mais eloquentes demonstrações da actual realidade política moçambicana. De um lado, um homem Venâncio Mondlane, autoproclamado Presidente do Povo. Do outro, milhares de cidadãos. No meio, […]

Apresentação do Livro “Metamorfoses da Terra”

Por Agostinho Levieque Contemplando a plêiade de ilustres convidados e participantes presentes nesta sala, peço que me seja permitido abrir um parêntesis para reconhecer a presença de Sua Excelência Salim Valá, Ministro de Planificação e Desenvolvimento em representação de Sua Excelência Daniel Francisco Chapo, Presidente da República de Moçambique, a Direcção da Universidade Apolítica, a […]

Mariza, a mulher que decidiu pensar em voz alta num país habituado ao silêncio

Texto: Caetano Melhor Há um fenómeno curioso na sociedade moçambicana: admiramos a coragem, mas raramente perdoamos quem a exerce. Aplaudimos conceitos como liberdade de expressão, transparência e responsabilidade social. Contudo, quando surge alguém disposto a transformar esses conceitos em práticas diárias, procuramos mil razões para o desacreditar. É neste contexto que se pode compreender a […]

Ompilè Bisphu baani

Neste texto o jornalista Caetano Melhor, que conhece Quelimane como a palma da mão, questiona com leveza quem matou o Bispo.

Condenaram Nuvunga, Mas Quem Responde pelos 219 Milhões?

Texto: Caetano  Melhor A condenação de Adriano Nuvunga é mais do que uma decisão judicial. É um evento que afeta a política, a sociedade e a moral em Moçambique. É preciso refletir sobre a transparência, a prestação de contas e a confiança que as pessoas têm nos líderes do políticos e nas instituições da justiça […]

Um País de Xiguinha à Manhambanense

… pessoas cozinham impossíveis, mães transformam escassez em refeição, avós remendam a pátria com folhas de nhemba e restos de mandioca, o povo inventa felicidade com ingredientes que não chegam.