
Margarida Talapa foi eleita Presidente da Assembleia da República (AR) na X legislatura durante os próximos cinco anos. O acto de eleição aconteceu na recente cerimónia de investidura, onde Talapa sublinhou ter consciência de estar a assumir a liderança do Parlamento “num momento particularmente desafiante em que o povo unido do Rovuma ao Maputo, do Zumbo ao Indico, na diáspora espera nesta casa outras formas de pensar e de fazer para termos e mostrarmos resultados diferentes e com urgência”.
No evento solene de investidura dos deputados garantiu que tudo fará para que a Assembleia da República continue a ser digna representante de todos os moçambicanos “que se devem orgulhar de ser filhos iguais desta pátria de heróis nos deveres e direitos independentemente da cor, raça, sexo, origem étnica, lugares de nascimento, religião, grau de instrução, posição social, estado civil, posição ou opção política”.
Esta casa, continuou a nova líder, quer ser a excelência da politica garantindo os mais profícuos debates de todas as matérias que sejam solicitadas para garantir os consensos que a sociedade espera para harmonia, boa convivência, solidariedade de todos os cidadãos que da mesma forma que são tolerantes na sua diversidade cultural religiosa o seja na diversidade politica e partidária.
“Nós os investidos de hoje, e os que por qualquer razão serão mais tarde como os deputados desta Assembleia, prometemos oferecer mais seria cooperação a todos os órgãos de soberania e instituições do Estado assentados nos princípios de separação e independência de poderes consagrados na constituição e prometemos obediência a constituição e demais leis”.
Margarida Talapa prometeu trabalhar com todos os órgãos de soberania e instituições do Estado. “vamos trabalhar com todas as forças vivas para pacificarmos a sociedade porque são os objectivos fundamentais do nosso Estado, do que destacamos a independência e da soberania, a unidade nacional, a justiça social, a criação de bem estar material e espiritual e de qualidade de vida e bem estar dos moçambicanos no reforço da democracia, liberdade, estabilidade social, harmonia social e individual e na promoção de uma sociedade de pluralismo, tolerância e cultura de paz.”