O membro da Frelimo do Comité da Cidade de Maputo, Tomás Mondlane sublinha que os políticos devem trabalhar para responder os anseios do povo, que o processo de diálogo político organizado pelo presidente Daniel Chapo apresenta sinais de que vai trazer resultados positivos, e que a Frelimo tem provado estar mais próximo do povo. Tomás Mondlane falava em exclusivo à Lupa News.
Reconheceu que o país tem desafios por atravessar em busca de paz, harmonia e desenvolvimento e apontou a fome como um dos principais inimigos a combater. “O nosso inimigo neste momento é a fome, é o desemprego, e a falta de habitação
Adiantou que para acabar com tudo isto a Frelimo está a trabalhar nas cidades, assim como nas zonas rurais . “A Frelimo trabalha com as massas. Nas zonas rurais é notável o contributo das pessoas ligadas a Frelimo a darem o seu máximo, mesmo com falta de meios. O próprio partido tem se identificado com o problema do povo e tem angariado bens para apoiar outros irmãos. Este gesto mostra esta preocupação por parte da Frelimo”, sublinhou tendo acrescentado que todos querem desenvolvimento e progresso neste país.
Reconheceu os problemas que o país enfrenta incluindo os consequentes da crise pós-eleitoral e anotou o diálogo levado à cabo pelo Presidente da República, Daniel Chapo, como “bem acertado e com sinais de que o mesmo já está a apresentar resultados positivos como a elaboração dos termos de referências”, documento com os pontos que vão permitir o alargamento do diálogo com outros actores relevantes tais como os líderes religiosos e académicos.
“Precisamos dessa discussão ampla para que haja maior união, maior coesão e garantir que efectivamente tenhamos o país a desenvolver, uma vez que estamos a dizer que queremos entrar na rota de desenvolvimento. Esta premissa tem que ser de todos.”
Ainda no referente ao processo do diálogo Tomás Mondlane alertou: “Os moçambicanos não podem participar do processo do dialogo com ideias preconcebidas. E os políticos não podem resolver os assuntos ao nível das redes sociais. É sempre necessário que estes estejam na mesa do diálogo e conversem para o bem da sociedade.”