Massingue: “Moçambique precisa de coragem para reformar, competir e crescer”
Presidente da CTA defende reformas profundas e chama o Estado a ser parceiro do sector privado no relançamento económico
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Presidente da CTA defende reformas profundas e chama o Estado a ser parceiro do sector privado no relançamento económico
O Governo de Moçambique, representado pelo Secretário de Estado do Turismo e acompanhado pelos Embaixadores de Moçambique em Espanha, Representante Permanente junto da ONU Turismo e na Arábia Saudita, bem como pelo Diretor Nacional do Turismo, participa desde o dia 7 de novembro na 26ª Sessão Ordinária da Assembleia Geral da ONU Turismo, que decorre […]
Mozambique Tourism Summit 2025
O Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, destacou esta quarta-feira, em declarações à imprensa, em Houston, Texas, nos Estados Unidos da América, os ganhos estratégicos da cooperação entre Moçambique e a Exxon Mobil, sublinhando a importância da transferência de conhecimento, da capacitação de jovens moçambicanos e do investimento em projectos que impulsionem a industrialização e […]
O Ministro da Economia, Basílio Muhate, vai presidir, em instantes, à cerimónia de inauguração da sede da Federação de Desenvolvimento Empresarial de Moçambique (FDEM), seguida da tomada de posse dos novos órgãos sociais. O Ministro já está na sede. A presença do titular da pasta da Economia confere maior peso político e institucional a este […]
Este é um passo decisivo para reforçar confiança dos investidores e do sistema financeiro
A Federação de Desenvolvimento Empresarial de Moçambique (FDEM) entra oficialmente em um ciclo de gestão esta quinta-feira (30 de outubro de 2025)
Esta conquista reforça a confiança dos investidores e demonstra que Moçambique está determinado a alinhar-se com os mais altos padrões internacionais de transparência e conformidade financeira.
Segundo o Executivo, as concessões visam modernizar infra-estruturas estratégicas dos corredores da Beira e de Nacala, reduzindo a dependência de infra-estruturas fronteiriças de países terceiros. Contudo, experiências anteriores com PPPs em Moçambique deixaram cicatrizes, incluindo tarifas elevadas e serviços monopolizados.
Fontes próximas do processo orçamental admitem que a solução passa por novas parcerias externas e concessões de infra-estruturas públicas, o que levanta o velho dilema: até onde vai a soberania económica quando o Estado se financia através de terceiros?