CARLOS CARDOSO
Por Nelson Saúte.
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Por Nelson Saúte.
O mestre da literatura em Moçambique, Ungulani Ba Ka Khosa participa a partir desta quinta-feira no evento “Ler: África – Ibero-América se leem –em Cabo Verde”. O encontro tem como tema «Utopia como resistência. Resistência como utopia» e visa promover a literatura e fomentar a leitura, especialmente nas línguas portuguesa e espanhola na África, América […]
Bento Baloi deu alma, corpo e escrita a uma tertúlia literária denominada: Viagem pelas narrativas enterradas nas Areias da História. O autor participa de sessão que marcará o epílogo de uma digressão que percorreu as cidades da Beira, Quelimane, Luanda, Bissau e Lisboa. Com a moderação do editor de Celso Muianga, a tertúlia literária terá […]
Por Agostinho Levieque O livro que passo a apresentar tem como título “Repensar Moçambique”. É de autoria de Rabia Zauria Ibraimo Valigy, a título póstumo, editado pela Kanysa Editora, tem 6 capítulos e 85 páginas. A autora decide fazer uma reflexão com enfoque na ética e na moral de forma parcimoniosa colocando-se no lugar de […]
Nelson Saúte O Padre Vicente Berenguer Llopis, que chegou a Moçambique em 1967, aos 30 anos, tendo-se dedicado ao longo de 50 anos a combater a pobreza através da educação – foi um dos Padres de Burgos que testemunhou, documentou e denunciou o massacre de Wiriyamu (e de Chawola) –, morreu hoje, 21 de Outubro, […]
Entre os areais do Índico e do Atlântico, Bento Baloi lança-se numa viagem onde a literatura é barca e bússola. O escritor e jornalista moçambicano inicia uma digressão que o levará de Moçambique a Angola, Guiné-Bissau e Portugal, tendo como farol o seu mais recente romance, Chave de Areia. Mais do que lançamentos, a jornada […]
Por Ilka Saíde Tenho a alegria de ser amiga das autoras e partilhar com elas a paixão pela arte. E, por causa dessa paixão, há algum tempo recebi delas um rascunho de um conto marcante, e logo dei os parabéns pela sensibilidade com que abordaram os assuntos e disse que estava ansiosa por ver como […]
“Mais verdadeiro que o sangue” e “Pesadelos podem roubar vidas?”, nesta quinta-feira, em Maputo.
Entre as prioridades anunciadas, estão velhos conhecidos do sector: mapeamento de talentos, promoção de projectos criativos e diálogo com os agentes culturais — um diálogo que, na prática, frequentemente se limita a monólogos governamentais.
Texto: Nelson Saúte Ngũgĩ wa Thiong’o, que morreu a 28 de Maio de 2025, terá o seu nome inscrito nos armoriais da literatura africana e universal, como um dos mais profícuos e originais autores do nosso continente. Com a sua morte, desaparece um dos últimos gigantes africanos. Provavelmente, Wole Soyinka seja agora o último grande […]