PRM e o “povo”: uma velha promessa em novo discurso
Falar de “ligação com as comunidades” só fará sentido quando a PRM deixar de ver o povo como suspeito e começar a vê-lo como aliado.
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Falar de “ligação com as comunidades” só fará sentido quando a PRM deixar de ver o povo como suspeito e começar a vê-lo como aliado.
A visita da delegação argelina à Central Termoeléctrica de Maputo marca mais do que um encontro técnico: representa um novo capítulo de cooperação energética entre Moçambique e a Argélia, dois países com visões convergentes sobre o papel da energia no desenvolvimento africano.
Enquanto se multiplicam promessas de modernização, a justiça continua a ser o território onde o Estado fala de futuro, mas administra o passado.
Reunida esta terça-feira, 15 de Outubro, a Comissão Política da Frelimo analisou a situação política, económica e social do País, destacando o combate à corrupção, o diálogo nacional inclusivo, o trabalho político interno e o desempenho das Forças de Defesa e Segurança.
FRELIMO saúda trabalhadores e destaca papel do movimento sindical na reconstrução nacional
Actividade reforça cooperação energética entre Moçambique e Argélia
O Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Estevão Pale, recebe, hoje, no seu gabinete de trabalho, o Ministro da Energia e das Energias Renováveis da Argélia, Mourad Adjal, para um encontro bilateral de alto nível. A reunião insere-se no âmbito da visita oficial do governante argelino a Moçambique, que decorre de 14 a 16 de […]
O líder Muchanga reforça a presença do partido no espaço político lusófono e reafirma o papel de Moçambique na reflexão sobre o destino dos PALOPs, 50 anos após as independências.
Segundo o Executivo, as concessões visam modernizar infra-estruturas estratégicas dos corredores da Beira e de Nacala, reduzindo a dependência de infra-estruturas fronteiriças de países terceiros. Contudo, experiências anteriores com PPPs em Moçambique deixaram cicatrizes, incluindo tarifas elevadas e serviços monopolizados.
Fontes próximas do processo orçamental admitem que a solução passa por novas parcerias externas e concessões de infra-estruturas públicas, o que levanta o velho dilema: até onde vai a soberania económica quando o Estado se financia através de terceiros?